"Nos últimos cinco anos e com forte aceleração a partir de meados de 2006, cerca de 20 milhões de brasileiros com mais de 16 anos migraram para a classe C. Eles vieram, em sua grande maioria, da classe D/E. (...)
Nos últimos cinco anos, a classe D/E encolheu de 46% do total da população para 26%. Já a C cresceu de 32% para 49%, reunindo hoje quase a metade dos eleitores do país -125 milhões de pessoas com mais de 16 anos. A classe A/B manteve-se praticamente estável. Seu tamanho oscilou de 20% para 23% do total da população."
Como está a pirâmide hoje:
Classe A/B - 23%
Classe C - 49%
Classe D/E - 26%
Veja reportagem completa na Folha
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Melhora o IDH no Brasil
"O Brasil entrou pela primeira vez para o grupo de países de "alto desenvolvimento humano" no ranking elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), divulgado nesta terça-feira em Brasília.
De acordo com o relatório da ONU, o Brasil atingiu o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,800, em uma escala de 0 a 1. Países com índice inferior a 0,800 são considerados de "médio desenvolvimento humano", categoria na qual o Brasil figurava desde 1990, quando o PNUD começou a divulgar o ranking."
Veja reportagem completa aqui.
De acordo com o relatório da ONU, o Brasil atingiu o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,800, em uma escala de 0 a 1. Países com índice inferior a 0,800 são considerados de "médio desenvolvimento humano", categoria na qual o Brasil figurava desde 1990, quando o PNUD começou a divulgar o ranking."
Veja reportagem completa aqui.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Desigualdade social no Brasil reduz em 21%
"Pesquisa divulgada esta semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que os programas de transferência de renda com condicionalidades (PTRC), como o Bolsa Família, contribuíram para a queda da desigualdade no Brasil na última década. De acordo com o estudo, ações como estas geraram uma redução de 21% no coeficiente de Gini brasileiro, índice que mede a desigualdade de distribuição de renda em uma sociedade."
É o que diz o site Contas Abertas.
Confira detalhes desta pesquisa, realizada pelo IPEA, clicando aqui.
É o que diz o site Contas Abertas.
Confira detalhes desta pesquisa, realizada pelo IPEA, clicando aqui.
Escolaridade reduz risco de morte por homicídio
O IPEA publicou uma interessante pesquisa que cruzou dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS) de 1999 a 2004, do Censo Demográfico de 2000, e das Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnads/IBGE) de 1999 a 2004.
O texto reforça três resultados já conhecidos:
a) as mulheres sofrem de homicídio a uma taxa quase dez vezes inferior à dos homens;
b) os negros têm maior probabilidade de morrer vítimas de homicídio que brancos e;
c) jovens entre 16 e 36 anos perfazem o grande grupo de risco para a morte por homicídio.
E traz um resultado inovador: a escolaridade reduz significativamente o risco de morte por homicídio.
Leia o artigo analítico, clicando aqui.
O texto reforça três resultados já conhecidos:
a) as mulheres sofrem de homicídio a uma taxa quase dez vezes inferior à dos homens;
b) os negros têm maior probabilidade de morrer vítimas de homicídio que brancos e;
c) jovens entre 16 e 36 anos perfazem o grande grupo de risco para a morte por homicídio.
E traz um resultado inovador: a escolaridade reduz significativamente o risco de morte por homicídio.
Leia o artigo analítico, clicando aqui.
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